Gente acabei de assistir ao comercial da VIVO da história de amor de Eduardo e Mônica, pirei!
Viajei no tempo e a nostalgia tomou conta de mim. Qual o casal daquela época que não era um pouco Eduardo e Mônica?
Pois eu e meu tão prendado marido eramos!
Nos conhecemos no apogeu das bandas como Barão, Legião, Blitz e claro vivíamos isso intensamente como a verdadeira geração "Coca-Cola". Assim nos tornamos o casal "Eduardo e Mônica", tão diferentes, tão sem harmonia e ao mesmo tempo tão sintonizados e afins. Eu curtia Janis Joplins e ele Lô Borges, eu lia "Guerra e Paz" e ele Stanislaw Ponte Preta com a "Desinibida do Grajaú", eu no Rock in Rio ( o primeiro gente eu sou antiga) e ele assistindo em casa depois de um bom jogo do Flamengo e aí por diante...
Mas não é que deu certo. Como? Ninguém pode saber, pois " não existe razão pras coisas feitas pelo coração..." e lá se vão 26 anos de muitas comemorações, brigas e também de muitas barras pesadas que agente segura, com dificuldade mas sempre juntos "que nem feijão com arroz" e hoje não com gêmeos mais também com dois filhotes que completam essa atípica família: o bife e a batata-frita.
Pois é amigos blogueiros e blogueiras depois de me ausentar por tanto tempo, voltei romântica em homenagem ao mês de Junho (mês de Santo Antonio) e resolvi escrever sobre quem mais representa esse romantismo na minha vida: meu grande amigo, companheiro, marido e amante Sérgio Alves, mais conhecido por todos como "Serginho" , reparem que eu disse que representa o romantismo em minha vida e não no dia a dia, porque aí o que estou escrevendo seria pura ficção, rsrsrs, pois o cheio de expediente e safo marido é tão romântico como o Ogro Sherk (perco o marido mas não perco a piada). Pelo menos a primeira cantada foi original e muito romântica... mas isso é uma outra postagem...
Bjs e postem, postem, postem !!!!
Ps. Obrigado fiel escudeira Rose e amada comadre e amiga Dra. Maria de Lourdes por incentivarem meu retorno. " I'll be back"